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21 abril 2013

Percurso Tui - Santiago de Compostela

Traçado/Morfologia TUY - SANTIAGO DE COMPOSTELA


Para caminhantes inexperientes é difícil prever quais as etapas ideais. Além de que estas estarão condicionadas pelos albergues existentes, os quais apresentarei num outro post. Mas para alguém com pouca preparação física como eu que não estava habituada a fazer grandes caminhadas, e que também pretendia apreciar o caminho, a escolha recaiu nestas etapas:

1º Dia - Tui - Redondela (c/ 36 km)  
| Ver mais sobre esta etapa aqui e aqui |

2º Dia - Redondela -  Pontevedra (c/ 18 km)
| Ver mais sobre esta etapa aqui |

3º Dia - Pontevedra - Caldas de Reis (c/ 23 km)
| Ver mais sobre esta etapa aqui |

4º Dia - Caldas de Reis - Padrón (c/ 18 km)
| Ver mais sobre esta etapa aqui |

5º Dia - Padrón - Santiago de Compostela (c/ 24 km)
| Ver mais sobre esta etapa aqui |

No nosso caso o 1º dia acabou por ser feito em dois devido a um erro causado pela inexperiência:
Apanhamos comboio do Porto para Tui de manhã e só chegamos ao destino por volta do meio-dia. Acabamos por caminhar apenas da parte da tarde e ficamos por Porriño pelo adiantar da hora e por desconhecermos a lotação do albergue. No dia seguinte, ao final da manhã, pareceu-nos claro que tentar seguir até Pontevedra iria arrasar-nos fisicamente, pelo que optamos por ficar em Redondela e prosseguir com as etapas planeadas nos dias seguintes.

Caminho Português a Santiago de Compostela

Em Março acicataram-me com um convite para ir a Santiago de Compostela a pé, desde Tuy. Sem experiência nenhuma lá me decidi a ir. Isto numa sexta-feira, partiríamos na terça seguinte. Começamos seis pessoas mas acabaríamos sete. Toca a pesquisar todo o fim-de-semana na Internet, perguntar a conhecidos se conheciam alguém que conhecia alguém que já tivesse ido. Ainda conseguimos recolher alguma informação, no entanto mentalizamo-nos que teríamos que ir preparados para o inesperado, principalmente no que se referia às etapas que tínhamos definido. Também não tínhamos total noção das condições dos albergues, quais os que existiam...
Bem, depois de uma experiência fantástica, sinto-me no dever de contribuir para que alguém se sinta motivado a fazê-la, que se sinta mais preparado com a ajuda do meu relato.
Não parti nem devota a S. Tiago, nem com alma de caminheira. Voltei um bocadinho das duas.
Porque S. Tiago percebe que o que importa nem sempre é a meta, mas o caminho. E porque caminhar foi para mim uma experiência humilde, que nos relembra com o que verdadeiramente contamos; nós próprios.
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